REFLEXÃO DE TESES SOBRE A
EDUCAÇÃO
TESE
RECEBIDA: Brincadeiras e jogos no computador não devem ser
utilizados como recurso para que os alunos façam uma atividade, pois a
motivação precisa ser a aprendizagem. Esse é o desafio! Os alunos não
aprendem mais simplesmente porque uma atividade é lúdica, ou porque gostam de
usar a internet: precisam ter concentração, esforço cognitivo, não apenas
interesse.
TEXTO
ARGUMENTATIVO:
O
lúdico na sala de aula vem sendo discutido e utilizado por trazer grandes
benefícios ao processo de ensino aprendizagem do aluno, e tem se mostrado de
grande importância no processo de alfabetização dos alunos. E de acordo com
(GARCIA E MARQUES, 1989), “a criança repete a brincadeira que lhe dá prazer,
a que estimula o seu intelecto, a que representa desafio, a que permite
experimentar suas potencialidades de maneiras múltiplas”.
Com
isso refutasse a tese de que brincadeiras e jogos no computador não devem ser
utilizados como recurso para que os alunos façam uma atividade, pois a
motivação precisa ser a aprendizagem. Esse é o desafio! Os alunos não
aprendem mais simplesmente porque uma atividade é lúdica, ou porque gostam de
usar a internet: precisam ter concentração, esforço cognitivo, não apenas
interesse. Pois a criança através dos jogos e brincadeiras aprende e na
maioria das vezes assimila o conteúdo com mais facilidade através do lúdico,
como um jogo, uma parodia do conteúdo entre outras formas de chamar a atenção
da criança através do lúdico.
E
pode-se dizer que o valor dos jogos pedagógicos é incontestável na formação
da criança e ate de adultos. Pois favorecem o desenvolvimento cognitivo e
sócio-afetivo da criança, constituindo-se num excelente auxiliar no processo
de aprendizagem.
E para
( Chateau,1908 ).
é pelo
jogo e pelo brinquedo que crescem a alma e a inteligência. É pela tranqüilidade
do silêncio – pelos quais os pais às vezes se alegram erroneamente – que se
anunciam freqüentemente no bebê as graves deficiências mentais. Uma criança
que não sabe brincar, uma miniatura de velho, será um adulto que não saberá
pensar”.
Com isso
pode-se dizer que o lúdico leva ao aprendizado e faz com que crianças e
adultos tenham uma aprendizagem maior do conteúdo que foi aplicado através do
lúdico. Portanto levando em consideração a tese apresentada, pode-se dizer
que a tese é equivocada e não condiz com a realidade do uso do lúdico nas
salas de aulas e das pesquisas e estudos referentes ao assunto. Pois é de
suma importância que se aprenda com o lúdico para se ter um bom
desenvolvimento cognitivo.
E com
isso o lúdico ajuda no aprendizado, inclusive não só de crianças mas também
de adultos, melhorando assimilação, desenvolvimento cognitivo, pois apenas
lápis, caderno e pincel (giz) não levam a criança a ser critica, e a se
desenvolver, precisa-se de um diferencial e é isso que o lúdico nos traz,
ensinar sim, mas de forma prazerosa tanto a criança quanto o adulto.
Assim como os autores sabiamente colocaram a criança aprende brincando, a poucos dias passou um documentário num canal de tv a cabo onde se fazia um estudo com os filhotes de animais, e ficava claro para os autores e para nós espectadores que todos os filhotes adquiriam conhecimento através da brincadeira, como os felinos brincando de caçar seus irmão entre vários outros animais. E depois foram comparados as crianças humanas e o estudo apontava que quanto mais a criança brincava mais ela se desenvolvia.
A partir disso só podemos
pensar que é de suma importância que professores possam variar na maneira de
desenvolver o aprendizado nas crianças, adultos, utilizando o lúdico, que é
uma forma sensacional de se ensinar. Portanto os ensinos nas escolas devem a
cada dia passar por uma revisão, e estruturação, principalmente no currículo,
e ser levado para as salas de aula o lúdico cada vez mais.
REFERÊNCIAS
CHATEAU,
Jean. O jogo e a criança. São Paulo: Summus, 1987.
GARCIA,
Rose Marie; MARQUES, Lilian . Jogos e Passeios Infantis.São Paulo: Kuarup,
1989.
LOPES,
Maria da Glória. Jogos na Educação: criar, fazer, jogar. São Paulo: Cortez,
1999.
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/materiais/0000016236.pdf.
Acessado em 27/02/2015.
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